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Como hotéis podem integrar o digital em toda a estratégia do negócio
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O mercado de bens de consumo entra em 2026 mais competitivo, fragmentado e orientado por dados do que nunca. A disputa pela atenção segue intensa, o ciclo de inovação de portfólio continua acelerado e a pressão por eficiência cresce em toda a cadeia, da indústria ao ponto de venda. Nesse contexto, investir nas frentes certas do digital deixa de ser uma escolha tática e passa a ser uma decisão estrutural para sustentar crescimento, proteger market share e ampliar relevância de marca.
Mais do que presença digital, marcas de bens de consumo precisam construir ecossistemas conectados, capazes de transformar dados em decisão e decisão em resultado no sell out.
CRM orientado por dados reais do varejo
A primeira frente crítica é a evolução do CRM como motor de relacionamento, retenção e recompra. Com consumidores menos fiéis e jornadas cada vez mais curtas, trabalhar apenas com comunicação massificada perde impacto rapidamente.
Em 2026, o diferencial estará na capacidade de integrar dados próprios da marca com informações vindas do varejo, programas de fidelidade e parceiros estratégicos. Essa combinação permite segmentações mais inteligentes, automações baseadas em comportamento real de compra e ativações personalizadas por categoria, região e momento de consumo.
Mais do que comunicar, o CRM passa a sustentar lançamentos, fortalecer a lembrança de marca e aumentar frequência de compra com precisão.
Performance e mídia conectadas ao funil completo
Outra frente indispensável é a mídia de performance com visão integrada de funil. Estratégias pulverizadas, desconectadas da realidade de cada categoria e sem leitura clara de impacto no negócio tendem a perder eficiência.
O avanço está em estruturar modelos de atribuição mais robustos, utilizar dados de intenção e comportamento, ativar clusters regionais e conectar mídia com trade e CRM. Essa integração permite mensurar impacto real em sell out, ajustar investimentos com mais velocidade e sustentar crescimento mesmo em cenários de pressão por margem.
Performance, aqui, deixa de ser apenas aquisição e passa a ser alavanca de negócio.
UX e CRO como vantagem competitiva no digital da marca
Com o fortalecimento de canais diretos ao consumidor, UX e CRO ganham papel estratégico nos ecossistemas digitais das marcas. Sites institucionais, plataformas D2C e ambientes de cadastro precisam ir além da estética e entregar jornadas simples, rápidas e orientadas à conversão.
Páginas de produto mais claras, navegação intuitiva, cadastros descomplicados e testes contínuos se tornam diferenciais para competir com varejistas e marketplaces. Além disso, o canal próprio passa a funcionar como laboratório de aprendizado, permitindo testar ofertas, capturar sinais de demanda e reduzir a dependência de terceiros.
Produtos digitais que ampliam presença na rotina do consumidor
Em categorias cada vez mais semelhantes, produtos digitais ajudam a criar diferenciação real. Calculadoras, simuladores, assistentes, conteúdos interativos e serviços digitais agregados ampliam a presença da marca na rotina do consumidor.
Essas soluções aumentam a frequência de contato, fortalecem a percepção de valor e geram dados proprietários valiosos. Quando bem conectados ao CRM e à mídia, tornam-se ativos estratégicos de relacionamento e inteligência.
Dados e tecnologia como base de escala e eficiência
Nenhuma dessas frentes se sustenta sem uma base sólida de dados e tecnologia. Em 2026, marcas de bens de consumo que avançarem na governança da informação, integração de plataformas e automação de processos terão mais velocidade na tomada de decisão e maior capacidade de escalar iniciativas com ROI positivo.
Unificar dados, reduzir silos e criar fluxos claros entre tecnologia, marketing e vendas deixa de ser um projeto paralelo e passa a ser condição para competir.
O digital como sistema, não como canal
Para o setor de bens de consumo, o digital não funciona mais como um conjunto isolado de ações. Ele se consolida como uma rede de disciplinas interdependentes que sustenta crescimento, potencializa portfólio e constrói vantagem competitiva no longo prazo.
Marcas que entendem essa lógica e investem com método entram em 2026 mais preparadas para crescer com consistência.
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