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Twitter vs Koo: Do passarinho azul para o amarelo

Ana Carolina

22/11/2022

Depois de uma novela que se desenrolou por seis meses, o bilionário Elon Musk concluiu no dia 27 de outubro, a compra do Twitter. A compra foi finalizada por US$ 44 bilhões e, como consequência, Musk ficou descapitalizado, o que o levou a vender US $3,9 bilhões em ações da Tesla. 

O primeiro ato de Musk como proprietário do Twitter foi demitir os principais executivos do alto escalão da companhia, e, logo depois, despedir 50% dos funcionários da empresa.

Em seguida, Musk também encerrou a política de trabalho remoto, forçando os funcionários a voltarem aos escritórios em todo o mundo, além de tirar o “dia de descanso”, uma folga remunerada por mês concedida aos trabalhadores.

Além disso, o bilionário definiu um prazo para que os seus funcionários informassem se iriam ou não continuar na empresa, sob a premissa de um “comprometimento hardcore”, que significaria trabalhar por longas horas, em alta intensidade. Caso contrário, os trabalhadores seriam demitidos. Como consequência, centenas de colaboradores pediram demissão nesta quinta, após o fim do prazo dado. 

Como resposta para investigar se há uma sabotagem interna, a direção do Twitter decidiu fechar o escritório da empresa, em San Francisco, até a segunda-feira, dia 21. A repercussão foi enorme, desde protestos na frente da sede da empresa, até o compartilhamento de milhares de memes.

Musk usou as redes sociais para comentar sobre a situação. “As melhores pessoas vão ficar, então não estou super preocupado”, publicou. Além disso, também ironizou a situação, ao tuitar memes e frases.

Nesse meio tempo, o caos se instaurou na rede, com o super compartilhamento da hashtag  #RIPTwitter, com muito humor, é claro.

Aqui pelo Brasil, está acontecendo uma descoberta em massa e a migração para a rede social Koo, plataforma indiana que cumpre papel similar ao Twitter. O nome, naturalmente, já virou meme e rendeu inúmeras piadas de duplo sentido. Dessa forma, os termos  “Koo App” e “O Koo” se tornaram os dois assuntos mais comentados do momento.

Segundo Aprameya Radhakrisha, CEO da plataforma recém descoberta, o aplicativo tinha apenas 2 mil usuários no Brasil. Agora, já conta com mais de 1 milhão de novos membros brasileiros, adquiridos em um período de apenas um dia. Assim, o Brasil ocupava a 75ª posição na  lista dos países com mais usuários únicos no App e agora já está em 2º lugar.

Inúmeras marcas já aproveitaram a popularização do Koo e investiram em conteúdo de oportunidade. 

Na GhFly, nós também surfamos a onda com o nosso cliente, Ticket. Veja o conteúdo que foi produzido:

Este material foi produzido pelo time de Data Insights, responsável pelo planejamento estratégico dos clientes da GhFly, o qual é criado sob medida, a partir da análise profunda dos seus dados, oportunidades e tendências de mercado. 

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